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15 Álbuns Para Você Ouvir Com o Crush Durante o Sexo

Postado por Alisson Prando / 15 August, 2018

Passando por todas as décadas da música, selecionamos os melhores álbuns para se ouvir em momentos de intimidade. Solta o play!

Sexo não é amor. Amor não é sexo. Mas a coisa mais incrível acontece quando essas duas coisas se encontram. Foi pensando nisso que a What Else Mag construiu a lista de 15 discos para ouvir durante o sexo. Navegando por todas as décadas da música, há aqui um catálogo especial para curtir momentos de intimidade.

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Você pode fazer sexo com o amor da sua vida, aquele romântico que te faz suspirar. Pode fazer sexo casual, aqueles quentes de verão dos quais você sai com chupões e arranhões. Pode fazer sexo em grupo. Ou talvez um ménage à trois regado a muito vinho ou catuaba – não importa, o que fazer com que esse momento se torne interessante a partir de música. Na lista, existem discos para todas as ocasiões. Aproveite sem moderação!

1. The Doors: “The Doors” (1967)

Primeiro disco do The Doors, mostra a banda afiada e em seu auge. Jim Morrison, na flor da idade, exala sensualidade e fantasmagoria. Gravado em pouco tempo, “The Doors” deu vida ao acid-rock e provocou o cenário de rock e jazz de sua época. É muito provável que esse disco tenha aumentado a taxa de natalidade dos jovens nos anos 60.

2. White Noise: “Electric Storm” (1969)

Originalmente lançado em 1969, “Electric Storm” é um dos discos mais revolucionários da música eletrônica, influenciando gerações e artistas como Brian Eno (‘Here Come The Warm Jets’), Tangerine Dream (‘Phaedra’) e Kraftwerk (‘Trans Europa Express’). À época de lançamento, não existiam os instrumentos apropriados para reproduzir os sons desejados pela banda, então os membros construíram os hardwares necessários para produzir efeitos – existem samples manipulados, fitas ao contrário, e até mesmo gemidos (‘My Game of Loving’ conta com quarenta segundos de gemidos). O disco garante uma viagem tântrica, lisérgica e também psicodélica.

3. Isaac Hayes: “Black Moses” (1971)

Um clássico da música sexual, em 1971 já polemizava ao construir uma figura negra de Moises, personagem bíblico. Com “Black Moses”, Isaac e sua música tornaram-se símbolo de empoderamento negro, poder, força e virilidade. Até hoje o disco serve de referência sendo sampleado por diversos artistas (Massive Attack e Portishead), tamanha sua grandiosidade instrumental.

4. Funkadelic: “Maggot Brain” (1971)

Uma obra-prima do início ao fim, “Maggot Brain” abre com faixa que dá nome ao disco – uma verdadeira psicodelia heavy rock, com direito a guitarras capazes de arrepiar qualquer pessoa – que inclusive foi trilha de um ménage a trois no filme LOVE” de Gaspar Noé. Inspirado por Hendrix, “Maggot Brain” é exuberante musicalmente, ao mesmo tempo em que navega por música abstrata.

5. Prince & The Revolution: “Purple Rain” (1983)

“Purple Rain” fez com que as audiências de rock e pop se unissem em torno da sexualidade andrógina e provocativa de Prince. O disco se tornou um dos mais influentes da história, orientando carreiras de artistas que produzem R&B, tais como Beyoncé, Kanye West e Kendrick Lamar. O disco bebe em fontes de funk, new wave, R&B e ambient music.

6. Sade: “Love Deluxe” (1992)

Era 1992, quando Sade, princesa da Nigéria lançou “Love Deluxe”, um catálogo musical com músicas verdadeiramente moteleiras – mas não se engane, tudo aqui navega entre o sublime e o suave, a medida em que Sade tece uma voz romântica, sedosa, se distanciando dos desastres de melismas que permearam os vocais das divas dos anos 90. Atenção para ‘No Ordinary Love’, um dos maiores hits da artista que também foi trilha do filme “Proposta Indecente”.

7. Madonna: “Erotica” (1992)

Em meados dos anos 90, Madonna escancarava sua sexualidade nos cinemas, nos livros (vide SEX Book, o livro fora de circulação mais procurado da história) e também na música. Em 1992, a artista lançou “Erotica”, o álbum mais arriscado de seu catálogo. Incorporando hip-hop, techno e disco music, o registro oferece músicas sombrias, viscerais e elegantes – ao mesmo tempo. “Erotica” talvez seja o álbum que diminuiu a fanbase de Madonna, mas com certeza é um dos mais ousados da história da música pop.

8. PJ Harvey: “To Bring You My Love” (1995)

O terceiro disco de PJ Harvey, lançado em 1995, bebe nas fontes de rock psicodélico e folk music, deixando de lado a sua violência pós-punk de seus títulos anteriores, nesse registro, feito em parceria com Flood (Nine Inch Nails e Depeche Mode) e John Parish, a artista exibe vocais cheios de intensidade, força e paixão. Sua composição foi feita em uma casa afastada no interior da Inglaterra, o que justifica o nível intimista tanto das composições assinadas por PJ, até a sintonia da banda, que imprime um disco épico, reflexivo e delicado.

9. Portishead: “Dummy” (1994)

Melancólico e ao mesmo tempo sexual, com “Dummy”, a banda Portishead, formada pela colaboração entre Geoff Barrow e a cantora Beth Gibbons, ajudou a redefinir a sonoridade dark dos anos 90. “Dummy” mistura samples, instrumentos eletrônicos e analógicos com os vocais de Beth, suaves e no ponto. Mesmo depois de décadas lançado, o disco permanece atual e sexy.

10. Mirwais: “Production” (2000)

A paisagem sonora rítmica produzida pelo gênio francês da música eletrônica Mirwais foi tão grande que chamou atenção de ninguém menos que Madonna nos anos 2000. No disco “Production”, ele se firma como produtor vanguardista ao mixar baterias eletrônicas, sintetizadores e baixo, com vocais sussurrados que prometem despertar o tesão de qualquer casal ou grupo sexual.

11. Britney Spears: “In The Zone” (2003)

Em 2003, Britney Spears estava no auge de sua juventude, forma física e criatividade, exalando sexualidade pelos poros. Aliada a produtores como Bloodshy & Avant e Moby, em “In The Zone” deu luz a um catálogo urbano e sexual que explora trip-hop e hip-hop, sem esquecer do POP. As letras versam sobre amor, sexo e masturbação – até então algo inédito na discografia da então princesinha da américa. Atenção para ‘Breathe on Me’, ‘Early Mornin’ e ‘Touch of My hand’.

12. The XX: “xx” (2009)

Apostando em uma produção minimalista, com baterias eletrônicas, sintetizadores e guitarra, The XX foi uma das maiores revelações indies da década passada. Influenciados por Jimi Hendrix, Joy Division e New Order, os artistas – Jamie XX, Romy Madley Croft e Oliver Slim, oferecem não só nesse disco, mas na discografia inteira um verdadeiro catálogo que pode ser ouvido em momentos especiais a dois, a três ou mais.

13. Nine Inch Nails: “Hesitation Marks” (2013)

Entre a fragilidade e a agressividade masculina, “Hesitation Marks” é um disco excelente para embalar uma noite quente. Feito em parceria com Atticus Ross e Alan Moulder, nesse registro, a voz de Trent Reznor soa mais sexy que nunca. Após três décadas de carreira, Reznor continua fazendo uma mistura de música eletrônica, industrial e rock que ainda funciona e surpreende o ouvinte a cada música.

14. Lana Del Rey: “Ultraviolence” (2014)

Lançado em 2014, “Ultraviolence” prossegue a persona de dama quarentista iniciada por Lana Del Rey em seu disco de estreia ‘Born To Die’. No entanto, esse disco se distancia de seu antecessor por ser extremamente bem produzido musicalmente – a riqueza das melodias, das guitarras – tudo combina perfeitamente com os vocais aveludados de Lana Del Rey. Produzido por Dan Auerbach e Greg Kurstin, “Ultraviolence” bebe em desert rock e soft rock, sonoridade certeira para uma noite de sexo mais romântica.

15. BANKS: “The Altar” (2016)

Pegando carona na estética gagaísta estabelecida com sucesso em seu primeiro disco “Goddess”, BANKS continua sua saga enquanto cantora de darkpop em “The Altar”. O segundo álbum da artista oferece ao ouvinte camadas de música eletrônica emergidas em um vocal aveludado e fora do convencional para o mercado de música POP comercial. Ora harmônico, ora agressivo, “The Altar” é uma perfeita trilha erótica.

Fotos: Miko Lim

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  • vick

    Com toda certeza uma das melhores plays qua ja ouvi ,tem álbum para todos os momentos e gostos musicais